Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis




Conhecendo Santos
 


O carnaval em Santos (1)

Como surgiu o Carnaval?

O carnaval surgiu com os gregos e romanos, na idade média. Essa festa era para comemorar a farta colheita, o “adeus à carne” ou “carne vale”, e isso deu origem ao termo carnaval. Carne + Vale = Carnaval. Com o passar dos séculos, tornou-se uma brincadeira típica das cidades.

Quem trouxe o carnaval para nosso país foram os portugueses. Lá era conhecido como entrudo, palavra que vem do latim introitus e que designa as solenidades litúrgicas da Quaresma.

No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai, o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

http://www.navegandoporsantos.com.br/entretenimento/1367-curioso

O Carnaval de Santos

As escolas de samba é tradição da folia santista. Elas surgiram no carnaval da cidade no ano de 1939, com a presença da escola “Não é o que Dizem” na comemoração do centenário da elevação de Santos de vila para cidade. Depois surgiram outras escolas como “Dois Pinguins”; “Aí vem a Favela”; “Número Um do Canal 3” e “X9”.

Em 1940 aconteciam as disputas de blocos, batalhas de confetes, choros e outros, que valiam dinheiro.

Em 1947 houve a primeira disputa de escola de samba, onde a campeã foi a X9 e a vice-campeã foi Vitória.

No ano de 1997 devido a uma ação civil ajuizada pelo Ministério Público proibiu a realização de desfiles, trios elétricos, blocos carnavalescos e espetáculos congêneres na avenida da praia. Esses eventos só retornaram em 2000 graças a uma liminar conseguida pela prefeitura na Justiça.

O Carnaval em Santos conta com eventos como Carnabanda, que é a programação dos desfiles pelas ruas da cidade; Bailes, que são realizados em tendas e morros; e a Corte Carnavalesca, onde cada ano é escolhida a Família Real.

http://turismo.culturamix.com/atracoes-turisticas/carnaval-em-santos

A X-9 de Santos é a escola que mais títulos conquistou no município: após vencer o primeiro concurso na cidade em 1947, voltou a conquistar o título em 1949, 1950, 1952, 1953, 1955, 1956, 1964, 1973, 1975, 1976, 1977, 1978, 1979, 1981, 1983, 1990, 1995, 1996, 1998, 2008, 2011, 2012. Não houve desfiles em Santos no ano de 1999, e no período entre os anos de 2001 e 2005.

Além de vencer em São Paulo em 1948, 1949 (Taça Diários Associados), 1950, 1954 (Taça Radio Record), 1959 (Carnaval no Brás), 1964 (Concurso de Âmbito Estadual da Lapa) e 1969 (Campeã do Interior no Anhangabaú), a X-9 teve a primazia de desfilar no Grande Carnaval de Maio no Meyer, no Rio de Janeiro, em 1968, graças ao trabalho do Cabo Batucada e do apoio do legendário Natal da Portela.

Nos anos 70, alguns integrantes da escola fundaram na cidade de São Paulo, a escola de samba Filhotes da X-9, depois denominada X-9 Paulistana, que mais tarde viria a ser campeã do Carnaval da capital. O pentacampeonato obtido nos anos 70 marcou o período de ouro da escola, com sambas antológicos: Hoje é dia de Feira (1975); Peixinho Dourado (1976), Amor, saúde e negócios e tantos outros. Os enredos e os desfiles foram assinados pelo arquiteto, figurista e cenógrafo José Carlos Serroni, hoje renomado no meio artístico paulistano e brasileiro e José Roberto Arduim. Os desfiles da X-9 sempre são marcados por muita garra e entrega de seus componentes.

Festa de comemoração da X9 do título de campeã do carnaval 2012.

A X-9 de Santos, por ser a mais antiga agremiação em atividade na cidade, é conhecida como "a Pioneira".

http://pt.wikipedia.org/wiki/X-9_(Santos)

X-9 de Santos

Fundação

1 de maio de 1944 (68 anos)

Escola-madrinha

Mangueira

Cores

Verde, vermelho e branco

Símbolo

Coroa

Bairro

Macuco (Santos)

Presidente

Fabiano Paz (Dentinho)

Intérprete oficial

Bolinha

Diretor de carnaval

Adelson dos Santos Filho

Diretor de harmonia

Adelson dos Santos Filho

Diretor de bateria

Mestre Vaguinho

Mestre-sala e porta-bandeira

Jadir e Josi

Coreógrafo

Marcelo Cirino

Desfile de 2013

Enredo

"Bem ou mau, mas fale de mim - Sou X-9 até o fim".

 



Escrito por cafepasa às 12h14
[] [envie esta mensagem
] []





A PRAIA DE SANTOS ( 2 )

A chegada do ano de 2013 foi muita festejada nas barracas e em toda a praia.

      

 

Quem vai com a criançada para a praia do Gonzaga, em Santos, tem uma boa opção de lazer. É a Arena Praia & Cia, que ficará montada entre o dia 7 e 30 de janeiro.

Muita diversão na praia do Gonzaga, em Santos - Foto: Divulgação

Com 4.500 m2 de área, o espaço oferece atividades gratuitas e divertidíssimas, como o futebol de sabão, a parede de alpinismo e o arvorismo.

   

Para os pais mais ressabiados com seus pimpolhos, a organização informa que firmou acordo com a Secretaria de Segurança de Santos, que instalou no local um posto para cuidar de crianças que se perdem de seus papais.

Arena Praia & Cia  praia do Gonzaga, em Santos

Quando: de 7 a 31 de janeiro, das 10h às 18h (no dia 7 funciona excepcionalmente das 14h às 18h). Entrada : grátis

Informações: www.atribuna.com.br/praiaecia

http://entretenimento.r7.com/blogs/r7-cultura/2011/01/06/arena-oferece-diversao-para-criancas-em-santos/

 

Inauguradas no ano de 2003, as tendas montadas na orla da praia durante o verão apresentam grande programação musical com a realização de um happy hour de 3ª a 6ª feira e bailes aos sábados e domingos, incluindo os shows de réveillon e carnaval. Este evento  tem como objetivo proporcionar lazer aos santistas e turistas, por intermédio da boa música e do exercício da dança, além de abrir espaço para uma gama imensa de artistas.

     

Locais: Tenda 01 – Pompéia próximo ao posto 2 / Tenda 02 – Gonzaga próximo à Rua Carlos Afonseca / Tenda 03 – Boqueirão próximo à Av. Conselheiro Nébias / Tenda 04 – Embaré próximo à Rua Oswaldo Cochrane / Tenda 05 – Aparecida em frente ao colégio Escolástica Rosa.

Além da agitação noturna que começou na virada do ano com uma série de shows, as cinco tendas montadas pela prefeitura na praia irão oferecer, a partir de segunda (3), programação variada durante o dia, que inclui leitura, apresentações artísticas, oficinas culturais, esporte e lazer. As atrações, destinadas para crianças e adultos, serão realizadas diariamente, das 10h às 16h, até 30 de janeiro.

As tendas 1 (Pompéia – próxima ao Posto 2) e 2 (Gonzaga – na direção da Rua Carlos Afonseca) abrigarão espaços para leitura de jornais e revistas, além dos projetos Adote um Livro, Adote um Gibi e Contação de História. Nos finais de semana, sempre às 15h, as barracas recebem a 3 ª Mostra de Teatro Infantil do Litoral Paulista, com atividades aos sábados (tenda 1) e aos domingos (tenda 2).

Já as tendas 3 (Boqueirão – na altura da Avenida Conselheiro Nébias) e 4 (Embaré – nas imediações da Rua Oswaldo Cochrane) vão oferecer diversas oficinas. Destaque para escultura em areia, bordado da Ilha da Madeira, mangá, teatro, bijuteria, roda de capoeira, dança de rua, dança de salão e o projeto Cirandança. Essas atrações estão programadas para acontecerem em dias e horários variados.

Para quem quiser praticar esportes, a tenda 5 (Aparecida – em frente ao Escolástica Rosa) proporcionará aulas de tai chi chuan, alongamento, ginástica, avaliação física, entre outras. Ainda nesse espaço, acontecerá um dos eventos mais exóticos da programação das tendas, o ‘Festival da Índia’, nos dias 2 e 3, das 18h às 22h, com apresentações de danças e músicas típicas.

Fonte: Prefeitura de Santos

http://www.blogcaicara.com/2011/01/tendas-de-praia-de-santos-2011-irao.html

 

Centenas de crianças que moram no interior de São Paulo realizaram um sonho nesta terça-feira , 15 de janeiro de 2013 em Santos, no litoral de São Paulo. Mesmo com chuva, eles conheceram o mar bem de perto e puderam se divertir na praia e em outros pontos das cidades do litoral do Estado.

As crianças fazem parte do programa Turismo do Saber, do Governo do Estado, em parceria com 13 municípios. Nesta edição, cerca de 1.280 crianças participam do programa.

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/01/praia-e-apresentada-para-mais-de-mil-criancas-no-litoral-de-sao-paulo.html

O projeto de reurbanização da orla santista já saiu  do papel. A reforma prevê uma verdadeira transformação no visual da orla, com a instalação de equipamentos modernos e uma nova estrutura para atender os moradores e turistas. A principal intervenção ocorreu nos quiosques.

Os permissionários dos quiosques da orla da praia que ficam ao lado do Canal 2, em Santos, estão de casa nova. A Prefeitura inaugurou as primeiras 16 unidades do projeto de reurbanização. Os sanitários também foram reformados e a praça de alimentação ganhou mais amplitude, além de reforço de iluminação.

Outro fator que chama a atenção é que, além dos tradicionais lanches, as unidades oferecem pizzas, temakis e panquecas.

Os quiosques do canal 3 também já foram inaugurados e estão em pleno funcionamento.

  

   

   

Ao longo do tempo

DÉCADA DE 70 - Era a época dos carrinhos de lanche. Os vendedores ficavam próximos ao calçadão, ao lado da areia

Imagem: arquivo, publicada com a matéria

DÉCADAS DE 80 E 90 - O panorama mudou: entraram os famosos trailers. Atendiam ao público em geral, mas logo viraram o ponto de encontro da moçada.

A PARTIR DE 1994 - Nasceram os quiosques, em substituição aos trailers. Teoricamente, o novo modelo ofereceria melhores condições de higiene.

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0099d.htm

Como em todas as praias do Brasil, o comércio ambulante é muito forte na praia de Santos.

Ele é muito antigo.

 

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0448.htm

Paulo Matos é jornalista e historiador pós-graduado. Foi coordenador do movimento pela legalidade dos ambulantes de praia.

Panfleto de cerca de 1987 convocando os ambulantes para eleger a direção da categoria.

A diversidade de produtos vendidos pelo ambulantes na praia é muito grande. Vai de comida a roupas e óculos.

Um vendedor ambulante aproveitou o movimento de turistas e o tempo quente em Santos, no litoral de São Paulo, para alavancar as vendas. Puxando o carrinho pela praia, o vendedor anunciava roupas, bonés e chapéus, brinquedos para as crianças, boias, cangas, pranchas. E uma placa no topo ainda anuncia que cartões de crédito. (Foto: Alexandre Lopes).

http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2012/12/ambulante-aposta-na-variedade-para-lucrar-em-praia-de-santos-sp.html

 

       

 

vendedor ambulante na praia do Rio de Janeiro

Quem costuma se alimentar nas praias de Santos, no litoral de São Paulo, podem encontrar preços que variam dependendo do ponto na praia e podem ainda aumentar durante a temporada. Vendedores de pasteis, cocos e milhos, principais produtos vendidos nas areias, fixam preços para manter fregueses locais, ao invés de lucrarem apenas nos dias em que as praias estão cheias.

Nilton Roberto dos Santos vende milho no Canal 3 e também mantém o preço a R$ 4,00. O vendedor conta que alguns trabalham sem alvará para vender na praia e aumentam seus preços para compensar o risco de perder seus produtos para os fiscais. “Tem muito vendedor ambulante sem credencial. O trabalho deles atrapalha o nosso, porque estamos limitados a um canal e outro. Eles não tem limites. Andam em todas as praias, vendendo o preço que querem”, reclama.

     

O vendedor sugere que as pessoas peçam para ver a licença de ambulante, para garantir a origem do produto. Ele ressalta que a concorrência desleal desfavorece seu negócio. “Paguei R$ 25 mil por uma licença na praia. Paguei caro para poder trabalhar e tem gente que se aproveita e ainda queima quem está vendendo certo”, explica.

A Prefeitura de Santos afirma que fiscaliza a manipulação de alimentos e armazenamento de produtos de ambulantes que são cadastrados, além de promover cursos de qualificação para os trabalhadores.

http://www.lealjunior.com.br/index.php?pg=noticia&id=26343

 

Fontes : além das já citadas, http://www.google.com.br

 



Escrito por cafepasa às 22h05
[] [envie esta mensagem
] []





A PRAIA DE SANTOS ( 1 )

Ao contrário de outras cidades, os 7 km de praias de Santos são, na verdade, uma praia só, uma única enseada. Ocorre que a cidade é cortada por 7 canais, que acabam servindo de divisa entre os bairros, e consequentemente cada trecho de praia entre os canais recebe o nome do bairro a que pertence.

Da divisa de São Vicente até Canal 1 - Praia do José Menino

Do Canal 1 ao Canal 2 - Praia da Pompéia

Do Canal 2 ao Canal 3 - Praia do Gonzaga

Do Canal 3 ao Canal 4 - Praia do Boqueirão

Do Canal 4 ao Canal 5 - Praia do Embaré

Do Canal 5 ao Canal 6 - Praia da Aparecida

Do Canal 6 ao Canal 7 - Ponta da Praia

ressaca do mar na Ponta da Praia

As condições naturais não diferem muito de uma praia para outra. Mas, no José Menino, próximo à Plataforma do Emissário Submarino, por exemplo, as ondas são um pouco mais fortes, propícias à prática do surf. Não é à toa que a Prefeitura mantém no local a Escolinha Radical, onde crianças têm aulas gratuitas de surf e bodyboarding.

Uma curiosidade que sempre tive: Quem foi José Menino? José Honório Bueno era um lavrador proprietário de terras entre São Vicente e o Canal 2, chamado de José Menino por ser uma pessoa muito brincalhona e com espírito de moleque. Seu nome acabou por batizar a região.

Já as águas calmas e praticamente sem ondas da Ponta da Praia são mais indicadas para a prática de esportes náuticos, como vela, windsurf e jetski.

O por do sol na Ponta da Praia é um espetáculo deslumbrante.

        

A praia mais badalada, freqüentada pelos "descolados", é a do Boqueirão (entre as Ruas da Paz e Ângelo Guerra, conhecida como "Joinville", devido a uma tradicional confeitaria existente em frente).

A maioria dos hotéis fica no Gonzaga. Já os apartamentos de temporada, costumeiramente a principal forma de hospedagem dos turistas de veraneio, se concentram mais nos bairros do Gonzaga, José Menino, Embaré e Aparecida, razão pela qual grande parte dos freqüentadores dessas praias, durante o verão, é de pessoas de outras cidades.

        

 

Fora isso, não se pode dizer que haja diferenças significativas entre as praias santistas. Em todas elas o banhista pode usufruir da mesma infraestrutura, como postos de salvamento, banheiros, chuveirinhos, quiosques de lanches, playgrounds para as crianças, além dos serviços da Guarda Municipal, que percorre diariamente as praias para garantir a segurança dos turistas e fiscalizar a prática de esportes, além de coibir a presença de animais.

http://www.guiadepraias.com.br/praia.php?id=508

JARDIM A BEIRA-MAR

É oficial. Depois de muita pesquisa, os editores do Guinness Book of Records, o livro dos recordes, finalmente incluiu o jardim da orla de Santos como o jardim frontal de praia de maior extensão do mundo.

São 5.335 metros de extensão distribuídos ao longo de sete quilômetros de praias, ou 218 mil e 800 metros quadrados, que vão do José Menino à Ponta da Praia. Estão incluídos no website do Guinness; este será o primeiro passo para que Santos figure na edição impressa de uma das publicações mais lidas do planeta.

      

De acordo com um dos responsáveis pela edição inglesa do Guinness, Stuart E.F. Claxton, a inclusão na edição impressa do livro só se dará próximo ao final do ano, em data próxima ao fechamento da edição anual do livro.

Lembrando um tapete colorido, o maior jardim urbano de orla marítima do mundo é enfeitado por biris (flores vermelhas), lírios (amarelos), crinuns (brancos), margaridas e coleus. Todas do tipo perene, ou seja, mais resistentes ao clima da região, que apresenta umidade, salinidade e vento.

Essa característica permite que o jardim esteja florido por mais tempo durante o ano. Para manter o conjunto de mais de 100 espécies de flores, plantas e palmeiras em perfeito estado, uma equipe de 38 jardineiros da Prefeitura presta dedicação exclusiva e diária, adubando e refazendo canteiros. Um trabalho artesanal, já que cada espécie pede cuidados diferenciados.  

A vista diurna e noturna dos jardins da orla santista são um espetáculo deslumbrante.

    

As barracas de praia, que já viraram tradição na orla da cidade, só podem ser montadas por empresas, clubes ou entidades autorizadas pela Prefeitura. Esta autorização é dada pelo prazo de um ano, podendo ser renovada. É o que determina a lei complementar 314, de 22/12/98.

Segundo a legislação, cada barraca será montada em local indicado pela Semes (Secretaria de Esportes) e pode ocupar um espaço de 13×15 metros. Mesas e cadeiras poderão ser colocadas numa extensão máxima de até 15 metros à frente da barraca.

As barracas podem ser montadas aos sábados, domingos e feriados, das 6h às 18h (até as 20h em horário de verão). Mediante autorização da Semes, entidades representativas de empresas que trabalham de turno e estabelecimentos hoteleiros poderão instalar as barracas nos demais dias da semana, entre 6h e 18h.

Desde que atendam as exigências tributarias e de saúde pública, será possível a comercialização de bebidas e produtos comestíveis, exclusivamente aos associados da entidade responsável ou aos hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros.

http://www.santosnaweb.com/noticias-cidade-de-santos/lei-regulamenta-barracas-de-praia-em-santos/

Inauguração da barraca de praia, em 10 de setembro de 1939.

Imagem enviada a Novo Milênio pelo internauta Ary O. Cellio

Em 1942, foi inaugurada a barraca de praia do Fluminense Atlético Clube, para unir os familiares dos associados. Em 1945, a da Associação dos Médicos de Santos (AMS), na praia do Boqueirão. O clube Sírio Libanês inaugurou sua primeira barraca em 14/12/1952, e era então a mais bem equipada das praias santistas. Na década de 1960 elas já eram cada vez mais constantes, como a do Clube dos Tupis, na Ponta da Praia, inaugurada em 18 de julho de 1965.

http://www.novomilenio.inf.br/santos/fotos355.htm

Tendo ao fundo o Atlântico Hotel, possivelmente na década de 1960, vê-se a praia do Gonzaga "povoada" de barracas em toda a sua extensão:

 Imagem: acervo do professor e pesquisador Francisco Carballa

http://www.novomilenio.inf.br/santos/fotos355.htm

Muitas associações e entidades tem barracas na Praia de Santos, promovem vária atividades e festas. São quase 100 barracas. Temos a barraca do Clube dos Médicos, da Associação dos Engenheiros, da Santa Casa de Santos, do Santos Futebol Clube  e muitas outras.

 

    

        

Domingo, 30 de Outubro de 2011, o Santos FC inaugurou um novo espaço de interação para sócios, funcionários, conselheiros e diretores do Clube. A barraca de praia do Peixe fica em frente à Praça das Bandeiras, na direção da Av. Ana Costa, em Santos (SP), e foi lançada com muita festa.            

Organizada em parceria com a FEMSA, que cederá os produtos da rede (Coca-Cola, Heineken, etc), a barraca é totalmente decorada com o tema do Santos FC. No teto do espaço, há duas bandeiras do Clube, assim como atrás do local onde são vendidas as comidas e bebidas. Para ter acesso, basta mostrar o crachá de identificação de sócio, conselheiro, diretor ou funcionário.A barraca fica aberta aos sábados, domingos e feriados, das 8 às 20h, durante o horário de verão, e até as 18h no horário padrão. Além de ser um espaço de confraternização de santistas, a tenda será utilizada para outras reuniões.

http://www.santosfc.com.br/noticias/conteudo.asp?id=25672#.UPkzsh2nIiI


Fontes : além das já citadas - http://www.google.com.br



Escrito por cafepasa às 15h23
[] [envie esta mensagem
] []





A CRONICA DA VIDA NO FACEBOOK

O maior website de relacionamentos do mundo foi lançado em fevereiro de 2004 por um grupo de jovens universitários da Havard. A plataforma, inicialmente, era apenas disponível aos estudantes da própria Universidade. Assim que começou a funcionar, o chamado The Facebook, teve 22 mil acessos em apenas 2 horas. Mark Zuckerberg, Dustin Moskovitz, Eduardo Saverin e Chris Hughes são os fundadores desta rede que mais cresce no mundo nos últimos anos.

A história do Facebook se popularizou no filme "A Rede Social" (The Social Network). A idéia dos jovens era criar um website de relacionamento onde a experiência social dos colegas universitários acontecesse online. Compartilhar fotos, dizer o que achou da última festa, convidar alguém para sair, ter um espaço virtual para interagir com os amigos, conhecer novas pessoas. Este era basicamente o Facebook. Na página oficial, a rede é apresentada como um espaço que "ajuda as pessoas a se comunicarem com mais eficiência aos seus amigos, iado

O acesso ao Facebook aos poucos foi crescendo entre as universidades americanas. Os jovens ligados as Universidades eram convidados a ingressar. Em poucos meses, o website era o mais acessado entre várias Instituições. Em menos de um ano já tinha 1 milhão de usuários ativos. Em pouco mais de um ano, já era acessado por estudantes de mais de 800 Universidades. Em 2005, o acesso foi expandido a escolas internacionais. E no início de 2006, algumas empresas e estudantes de ensino médio também começaram a ser aceitos. Em setembro deste mesmo ano, o Facebook foi aberto para quem quisesse se registrar.

http://www.queroanunciarnofacebook.com.br/historia-facebook.htm

Facebook é um site e serviço de rede social que foi lançada em 4 de fevereiro de 2004, operado e de propriedade privada da Facebook Inc. Em 4 de outubro de 2012 o Facebook atingiu a marca de 1 Bilhão de usuários ativos. Em média 316.455 pessoas se cadastram, por dia, no Facebook, desde sua criação em 4 de fevereiro de 2004. Os usuários devem se registrar antes de utilizar o site, após isso, podem criar um perfil pessoal, adicionar outros usuários como amigos e trocar mensagens, incluindo notificações automáticas quando atualizarem o seu perfil. Além disso, os usuários podem participar de grupos de interesse comum de outros utilizadores, organizados por escola, trabalho ou faculdade, ou outras características, e categorizar seus amigos em listas como "as pessoas do trabalho" ou "amigos íntimos". O nome do serviço decorre o nome coloquial para o livro dado aos alunos no início do ano letivo por algumas administrações universitárias nos Estados Unidos para ajudar os alunos a conhecerem uns aos outros. O Facebook permite que qualquer usuário que declare ter pelo menos 13 anos possa se tornar usuário registrados do site.

O Facebook foi fundado por Mark Zuckerberg e por seus colegas de quarto da faculdade Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes. A composição do site foi inicialmente limitada pelos fundadores aos estudantes da Universidade de Harvard, mas foi expandida para outras faculdades na área de Boston, da Ivy League e da Universidade de Stanford. O site gradualmente adicionou suporte para alunos em várias outras universidades antes de abrir para estudantes do ensino médio e, eventualmente, para qualquer pessoa com 13 anos ou mais. No entanto, com base em dados de maio de 2011 do ConsumersReports.org, existiam 7,5 milhões de crianças menores de 13 anos com contas no Facebook, violando os termos de serviço do próprio site.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Facebook

O Facebook que foi criado para unir e fazer amigos, também nos apresenta numa velocidade espantosa em que a cada minuto são apresentados novos fatos, uma verdadeira crônica da vida e do mundo em  que vivemos, contribuindo com suas críticas para melhoria de nosso País. Reflitam sobre isso.

Às vezes as imagens falam muito mais que as palavras!

 

Sobre politica

 

                     

        

 

             

               

 

 Sobre a nossa vida e o comportamento humano.

        


        

     

                   

       

 

                

  

                                 

       

   

 

         

   

      

           

           

         

     

 

Sobre religião e espiritualidade

     

         

           

 

Piadinhas e histórias engraçadas

          

 

         

Fontes:

Facebook




Escrito por cafepasa às 19h06
[] [envie esta mensagem
] []





A carne bovina ( 2 )

Existem vários cortes da carne bovina.

     

http://postmania.org/conhece-a-deliciosa-carne-de-angus-com-certeza-vai-gostar/

http://slcasadecarnes.hospedagemdesites.ws/cortes/cortes-bovinos/

 

         (4) contra filé       (14) alcatra


            (6) picanha           (5) file mignon   (2) acém

 

  (9) costela         (23)coxão mole  

  (6) coxão duro        (15) fraldinha

 

  (16) lagarto           (21) musculo             (21) patinho

No exterior o corte de carne bovina preferido e mais valorizado é o contra filé. No Brasil é a picanha.

Existe carne bovina magra e gorda.

     

Os brasileiros gostam muito da carne bovina. Existem muitas maneiras de prepará-las. Mas o churrasco é certamente o modo que mais agrada o paladar brasileiro.

O segredo de um bom churrasco é a escolha de boas carnes. Contrafilé, alcatra, picanha e costela de boi são as melhores carnes para churrasco, por serem macias e agradarem a maioria das pessoas. Outro fator importante é se ter um bom braseiro para assar as carnes.

                 

Para se fazer um bom churrasco é imprescindível a utilização de boas facas.

             

Existem verdadeiros artesões da carne. Eles desenvolveram técnicas e preparam cortes especiais maravilhosos, capazes de atender aos paladares mais exigentes.

São quase duzentos anos de segredos passados de pai para filho. Mais do que um ofício, para nós a carne e seu universo são uma devoção – uma história de amor iniciada em 1830 pelo meu trisavô, o mestre-açougueiro, na velha Hungria. De lá para cá, são cinco gerações a fazer desta profissão uma profissão de fé, em que afirmamos nossas crenças, convicções e escolhas.

O Brasil tornou-se nossa pátria em 1957, quando desembarcamos do navio francês Provence, em Santos. Além da experiência de mais de 120 anos com carnes, trazíamos na bagagem a coragem típica dos imigrantes e muita vontade de vencer.

Desde os primeiros dias, meu pai, László, mestre-açougueiro desde os 18 anos, dedicara-se integralmente a abrir o seu próprio açougue em São Paulo. Felizmente, não demorou. Em 23 de março de 1958, assumíamos nosso primeiro açougue na Rua Manoel Dutra, no bairro do Bixiga, região central de São Paulo. Um dia inesquecível.

http://www.wessel.com.br/Wessel/Historia

 

                

Marcos Bassi, o mestre das carnes.

Exímio no corte, preparo e na arte de servir variados tipos de carne, Bassi mantém movimentado seu Templo da Carne, em São Paulo.

O nome não poderia ser mais apropriado. No Templo da Carne, existe um mestre. Não é à toa que Marcos Bassi é reconhecido não só no Brasil. É exímio no preparo, nos cortes e na arte de servir. O açougueiro, como ele se intitula, transformou seu nome em sinônimo de qualidade.

Bassi trabalha desde criança e a experiência ao longo dos anos fez dele um artesão das carnes. Nasceu na capital paulista e desde menino já era determinado.

NADIA SCHIAVINATTO http://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/colunistas/conteudo.phtml?id=1158873

              

Existem ainda os tradicionais açougues. Alguns com ótimo atendimento e alta qualidade do produtos oferecidos. Outros com higiene e qualidade sofrível.

Mas para os que gostam de uma carne de qualidade superior, existem boutiques de carne onde podemos encontrar, além de cortes maravilhosos, todos os produtos relacionados com o preparo e culinária da carne, tais como temperos, vinhos, facas, tábuas para corte e outros.

   

 

Em Santos, a melhor churrascaria é a Tertulia, na Avenida Bartoleu de Gusmão 187 , Ponta da Praia.

     

               

 

Leia e aproveite estas informações do blog. Bom apetite para todos!

 

Fontes:

 

http://www.beefpoint.com.br/cadeia-produtiva/especiais/exportacoes-de-carne-bovina-conheca-a-situacao-dos-portos-brasileiros-61806/

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2013/01/brasil-foi-responsavel-por-19-5-dos-abates-bovinos-mundiais-em-2012-aponta-usda-4007793.html

http://receitasesegredos.com.br/segredinhos-cortes-de-carne-bovina/

http://postmania.org/conhece-a-deliciosa-carne-de-angus-com-certeza-vai-gostar/

http://www.cppse.embrapa.br/curso-manejo-alimentar-para-bovinos-de-corte

http://www.pimentanoreino.com.br/dicas-para-churrasco/

http://www.ataliba.com.br/cortes.php

http://www.papei.com.br/traseiro.html

http://nossacarne.com.br/loja/picanha-bassi

http://www.brasilnamesa.com.br/tag/cortes-de-carne/

http://blogdochurrasco.wordpress.com/tag/churrasco/

http://www.tocadacotia.com/culinaria/comidas/os-cortes-da-carne-bovina-e-seus-usos

http://www.marcosbassi.com.br/entrada.html

http://churrascariatertulia.com.br

 



Escrito por cafepasa às 17h57
[] [envie esta mensagem
] []





A carne bovina ( 1 )

O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina. Em 2012, exportou 1,134 milhões de toneladas e faturou US$5,769 bilhões de dólares.(Abiec e Sociedade Rural Brasileira).

Cerca de 80% deste total foram exportados pelo Porto de Santos.

O Porto de Santos é considerado o maior da América Latina com 13 Km de cais acostável,com uma área de 7.765.100 metros quadrados, profundidades variando entre 5 e 13,5 metros, que comportam 64 embarcações atracadas.

      

Os cinco países que mais compraram a carne bovina brasileira foram Russia, China (Hong Kong), Egito, Venezuela e Chile.

De acordo com o IBGE  o Brasil possui o maior rebanho comercial bovino do mundo com mais de 200 milhões de cabeças.

Atualmente o Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo, e está em segundo lugar no ranking mundial de produtores de carne bovina, perdendo apenas para os Estados Unidos.

De acordo com o levantamento, foram abatidas 45,45 milhões de cabeças de gado ante 42,25 milhões em 2011, um aumento de 7,6%.

Os abates brasileiros equivaleram a 19,5% dos abates globais.

Grande parte do crescimento da exportação da carne bovina brasileira tem sido atribuídas a oferta de carne com qualidade e a preços baixos, fatores esses que tornam a carne nacional extremamente competitiva no mercado internacional, principalmente quando comparada com a carne produzida por outros países.

O grande atrativo da carne brasileira no Mundo é que ela é proveniente na sua maior parte de bovinos criados a pasto.

      

Nos Estados Unidos e Europa a carne é proveniente de bovinos mantidos em confinamentos, alimentados por grãos e outros nutrientes.

Mas o fator mais importante foi o trabalho desenvolvido pelos brasileiros que trabalham no setor produtivo da carne bovina, os pecuaristas, técnicos e institutos de pesquisa da área agronômica e veterinária, frigoríficos e setores de mercado e marketing.

Existem muitas raças de bovinos criadas no Brasil para a produção de carne. As zebuínas, de origem indiana, Nelore, Guzerá e Gir e as taurinas, de origem europeia, como Aberdeen Angus, Hereford, Limousin, Charolais e Marchigiana.

No entanto, duas raças predominam e são responsáveis pelo sucesso da carne brasileira no Exterior:

Nelore

A raça de gado Nelore do Brasil corresponde, na índia Oriental, à raça Ongole. Atualmente, o rebanho Nelore ocupa o primeiro lugar na totalidade do rebanho brasileiro. Devido à sua rusticidade e elevado ganho de peso, tem sido o preferido por muitos criadores. Quando o rebanho zebuíno estava sendo formado no Brasil, o Nelore foi deixado de lado, devido à preferência dada às raças de cor e orelhas grandes. Nos dias de hoje, participa do melhoramento, tanto na formação de um grande número de rebanhos puros, quanto de mestiços com

       

http://www.zebuparaomundo.com/

A linha de cortes bovinos Seara Natural foi desenvolvida na medida certa para atender consumidores que buscam uma alimentação saudável e rica em benefícios. A carne é proveniente de animais criados exclusivamente em sistema de pastagem, integrantes do Programa Qualidade Nelore Natural - PQNN, obedecendo às condições de bem-estar animal, responsabilidade social e ambiental, o que torna os produtos mais saudáveis e que proporcionam ao consumidor um equilíbrio nutricional.

Aberdeen Angus / Red Angus

 

A raça surgiu no nordeste da Escócia, nos municípios de Aberdeen e Angus. Escavações revelaram que bovinos mochos (sem chifre) existiram desde o período pré-histórico. A formação de rebanhos e criação iniciou no final do século XVIII. A raça foi reconhecida formalmente em 1835, com o livro genealógico publicado pela primeira vez em 1862. Os primeiros animais exportados para os EUA e outros países ocorreu em 1878.

No Brasil, o registro de entrada da raça deu-se em 1906, por meio do touro Menelik oriundo do Uruguai.

Angus são reconhecidos mundialmente como uma raça de excelente carcaça. São amplamente utilizados em cruzamentos para melhorar a qualidade de carcaça e habilidade materna.

         

http://www.cigeneticabovina.com.br/index.php?ref=11

 

A carne de Angus é considerada uma das melhores do mundo graças à aptidão da raça em produzir suculência, sabor e qualidade em proporções ideais. A Marfrig é a maior fornecedora desse produto para os principais restaurantes, churrascarias e parrillas do Brasil. A Linha Seara Angus oferece ao mercado cortes na medida certa para o consumo dos admiradores de uma carne diferenciada. São cortes especiais, artesanais, provenientes de animais jovens com alimentação balanceada, que fazem parte do Programa Fomento Angus Marfrig. Uma carne com excelente marmoreio que proporciona maior suculência, sabor e maciez, além de garantia de procedência certificada pela Associação Brasileira de Angus (ABA).

 

O valor nutritivo da carne bovina

Uma alimentação saudável deve ser composta de uma variedade de fontes de nutrientes e fibras dietéticas em proporções adequadas. Os nutrientes – proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e minerais – são essenciais para o crescimento e a manutenção dos tecidos e órgãos, enquanto as fibras não são assimiladas pelo organismo humano, não tendo, portanto, valor nutritivo. Porém as fibras são importantes para a saúde, porque absorvem água e facilitam o trânsito intestinal, contribuindo para reduzir a assimilação de lipídios.

A carne não contém fibras dietéticas (encontradas nos grãos, frutas e hortaliças) e é praticamente desprovida de carboidratos. Entretanto, é um alimento nutricionalmente denso pela quantidade de proteína completa associada a um baixo conteúdo calórico, ou seja, 15-20g de proteína por 100 kcal em carne magra grelhada. Também constitui uma excelente fonte de lipídios essenciais, vitaminas do complexo B (principalmente a B12) e dos minerais ferro e zinco numa forma altamente assimilável pelo organismo. Apesar de ser um alimento indispensável do ponto de vista nutricional, os especialistas recomendam consumir, no total de todas as carnes – bovina, suína, frango e pescados – entre 150 e 200g por dia da porção muscular cozida ou grelhada, depois de remover a gordura aparente.

Pedro Eduardo de Felício - http://www.beefpoint.com.br/cadeia-produtiva/sic/valor-nutritivo-da-carne-5413/

Fontes :http://www.google.com.br

http://www.beefpoint.com.br/cadeia-produtiva/especiais/exportacoes-de-carne-bovina-conheca-a-situacao-dos-portos-brasileiros-61806/

http://pecuaria.ruralbr.com.br/noticia/2013/01/brasil-foi-responsavel-por-19-5-dos-abates-bovinos-mundiais-em-2012-aponta-usda-4007793.html

http://receitasesegredos.com.br/segredinhos-cortes-de-carne-bovina/

http://postmania.org/conhece-a-deliciosa-carne-de-angus-com-certeza-vai-gostar/

http://www.cppse.embrapa.br/curso-manejo-alimentar-para-bovinos-de-corte

http://www.pimentanoreino.com.br/dicas-para-churrasco/

http://www.ataliba.com.br/cortes.php

http://www.papei.com.br/traseiro.html

http://nossacarne.com.br/loja/picanha-bassi

http://www.brasilnamesa.com.br/tag/cortes-de-carne/

http://blogdochurrasco.wordpress.com/tag/churrasco/

http://www.tocadacotia.com/culinaria/comidas/os-cortes-da-carne-bovina-e-seus-usos

http://www.marcosbassi.com.br/entrada.html



Escrito por cafepasa às 15h54
[] [envie esta mensagem
] []





a estrada de Santos ( 1 )

Estas e muitas outras histórias se passaram nas Estradas de Santos. Até 1947 a ligação de São Paulo com Santos era feita pelo Caminho do Mar.

O caminho do Mar

Em 1560, o governador Mem de Sá encarregou os padres jesuítas, sob as ordens de José de Anchieta, de abrir uma ligação entre São Vicente e o Planalto de Piratininga. Em 21 de março de 1598, o capitão-mor Jorge Correia determinou que o Caminho do Mar fosse restaurado, "devendo os índios ajudar os brancos".

Em 1661, o Governo da Capitania de São Vicente mandou construir a  Estrada do Mar, com mais de 70 pontes, para permitir a passagem de carroças e carruagens. Em 1789, o então governador da Capitania, Bernardo José de Lorena recuperou o já então chamado Caminho do Mar e mandou pavimentar o trecho da Serra com lajes de granito. A Calçada de Lorena, assim chamada em homenagem a ele, ainda está parcialmente preservada.

Membros da Comissão Geográfica de São Paulo que em 1910 estudaram a transformação da Estrada do Vergueiro no Caminho do Mar. Alguns livros erroneamente informam que esta foto seria da primeira descida de automóvel pela Serra do Mar, entre São Paulo e Santos

Foto: Alfredo Gastoni Tisi Neto (reprodução), in Presença da Engenharia e Arquitetura - Baixada Santista, de Wilma Therezinha Fernandes de Andrade,
Livraria Nobel/Empresa das Artes, São Paulo/SP, 2001

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0102h.htm

O Caminho do Mar, em cartão postal possivelmente da década de 1930

Imagem cedida pelo historiador Waldir Rueda.

No século XX a produção de café no planalto paulista conheceu grande desenvolvimento, e o único modo de escoá-la era encaminhando-a ao porto de Santos, pela antiga Calçada do Lorena, então em condições precárias.

Nas primeiras décadas do século XX, São Paulo passa por uma "reconstrução", financiada pelo capital proveniente das exportações de café. Por essa época é difundido o uso de automóveis. Também por essa época, ocorre uma troca de valores: os governos construíam sempre várias ferrovias, e a partir desta época os recursos públicos passaram a ser destinados à construção de rodovias, deixando as ferrovias em segundo plano e dando a elas o aspecto de "coisa do passado" que ainda existe até hoje. Em 1913 a demanda de automóveis entre a planície e o planalto é muito grande, e a Estrada do Vergueiro é macadamizada, permitindo o uso de automóveis na estrada, e logo depois pavimentada com asfalto, tornando-se a primeira estrada asfaltada da América Latina destinada para veículos de motor à explosão. Posteriormente seria popularmente conhecida como de Estrada Velha de Santos.

        

 

Via Anchieta

A ligação de São Paulo à Baixada Santista, onde estão os municípios de Santos, São Vicente, Guarujá e Praia Grande, era feita até 1974, exclusivamente pela Rodovia ou Via Anchieta. A sua construção foi iniciada em 1939 pelo interventor Adhemar Pereira de Barros e por ele concluída, quando governador do estado de São Paulo, em 1947.

         

A Rodovia Anchieta ou  Via Anchieta (SP-150) faz a ligação entre a capital paulista, São Paulo e a Baixada Santista onde fica o Porto de Santos, passando pelo ABC Paulista.É uma das vias de maior movimentação de pessoas e de mercadorias de todo o Brasil, bem como a Rodovia dos Imigrantes,que constitui o mesmo sistema da Via Anchieta, o Sistema Anchienta-Imigrantes, administrado pela ECOVIAS. As duas rodovias formam o maior corredor de exportação da América Latina.

Rodovia dos Imigrantes

A Rodovia dos Imigrantes foi inaugurada em 1974, devido à saturação do tráfego na Rodovia Anchieta.

A Rodovia dos Imigrantes (designação oficial SP-160) segue mais ou menos a rota da Rodovia Anchieta. Ela tem 44 viadutos, sete pontes e 11 túneis, ao longo de seu trecho km 58,5. A rodovia foi recentemente ampliada, e é um dos feitos mais audaciosos da engenharia brasileira, com longos túneis e elevados que suportam sete pontes construídas sobre a floresta tropical que cobre as faces íngremes da Serra do Mar. Durante o final de semana de sol, mais de 1 milhão de automóveis comumente cruzam seus quase 60 km.

É gerida por uma concessão estatal à empresa privada, a Ecovias, que também administra a Rodovia Anchieta.

       

Nos feriados prolongados mais de um milhão de veículos descem e sobem a serra pelas Rodovias dos Imigrantes e Anchieta, provocando grandes congestionamentos.

     

 

 

 

Fontes :

http://en.wikipedia.org/wiki/Rodovia_dos_Imigrantes

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodovia_Anchieta

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodovia_Caminho_do_Mar

http://www.ecovias.com.br/

http://www.novomilenio.inf.br/santos

http://br.groups.yahoo.com/group/classicosdecompeticao/message/1681?threaded=1&var=1

http://tudosobremadeira.blogspot.com.br/2012/12/art-fauser-1958-historia-caminho-do-mar.html

http://www.viabella.com.br/blog/?p=1258

 

 

 

 



Escrito por cafepasa às 07h44
[] [envie esta mensagem
] []





A estrada de Santos

"Se você pretende saber quem eu sou, eu posso lhe dizer. Entre no meu carro, e na estrada de Santos, você vai me conhecer”.

"Em 1958, certamente o rei Roberto Carlos ainda não havia composto a música “As Curvas das Estrada de Santos”, mas sua inspiração pode ter vindo da II Subida de Montanha, prova de velocidade realizada na Estrada Velha de Santos, o antigo Caminho do Mar. Está certo que Roberto Carlos se referia à estrada nova, a serra da Via Anchieta – hoje bem velha, mas naquela época os dois caminhos eram normalmente utilizados pelos paulistanos para ir e vir da Baixada Santista".

"De forma parecida com o que ainda se pratica em São Paulo, no Pico do Jaraguá, a prova do Caminho do Mar reunia aficionados por carros e competições no pé da serra, para cumprir a subida de 7,2 km no menor tempo possível. O regulamento da prova dividia os automóveis em duas classes, os normais e os especiais. Os primeiros eram originais de fábrica, com preparo livre, porém mantidas as características principais, com classificação em quatro categorias, até 250 cm3, até 1.300 cm3, até 2.000 cm3 e Força Livre. Os especiais eram carros de corrida, com qualquer motor, chassi, suspensão e freios, separados em duas categorias, até 2.500 cm3 e Força Livre". 
"No dia da corrida, exatamente 10 de agosto de 1958, o clima era de euforia. O público se posicionou ao longo do trajeto, como em provas de rali, para ver de perto carros e pilotos". 
"Na largada o tempo estava bom, mas da metade do percurso até o topo da serra, mais precisamente da chamada Curva da Morte até o fim, a neblina tomou conta. Prevista para a 8h00, a largada foi dada às 10h15, porque os organizadores queriam esperar o tempo melhorar, sem sucesso. Mesmo assim, a prova transcorreu bem, apesar da visibilidade prejudicada".    

     

"Inaugurando a Força Livre da classe Especial, Rafael Gargiulo, pilotando um monoposto com motor Ford 8BA, estabeleceu o recorde da pista, com o tempo de 7min13. Na categoria de até 2.500 cm3, o vencedor foi Plínio de Cerqueira Leite, com um Volkswagen especial, protótipo parecido com o Porsche 550 Spyder, em 7 minutos51segundos".

"Foi a classe normal, no entanto, que reuniu a maior quantidade de participantes, todos com modelos mais conhecidos do público, como DKW, Fusca, MG ou Porsche. O vencedor da categoria até 250 cm3 foi Álvaro Andrade, com Romi Isetta; até 1.300 cm3 venceu Flavio Del Mese, com DKW; até 2.000 cm3 o Porsche de Guy Whitney foi mais rápido e na Força Livre venceu a prova Waldemyr Costa, com Nash Healey. Na categoria até 1.300 cm3 havia ainda MG, Simca 1200 francês, e Fiat 1100. Até 2.000 cm3 participaram Citroën 11 Légère e Porsche". 

   

"Quanto aos pilotos, além dos vencedores da classe especial participaram alguns nomes hoje conhecidos, como o designer Anísio Campos, com um Simca Conversível 1952, Hans Ravache e Godofredo Viana Filho. Destacaram-se o piloto Flavio Del Mese, que saiu do Rio Grande do Sul com seu DKW 1951 para participar da prova, Wilson Fittipaldi, que narrou a prova pela Rádio Panamericana, e Primo Carbonari, que realizou um filme jornalístico da prova para divulgá-la nas salas de cinema de todo o Brasil". 

  

"Muitos não puderam participar da II Subida de Montanha por uma razão hoje óbvia, mas na época não muito lembrada pelos pilotos: a falta do capacete. A comissão organizadora foi firme na questão e seguiu à risca as regras da FIA – Federação Internacional de Automobilismo, com a supervisão da Comissão Desportiva Regional do ACB, o Automóvel Clube Brasileiro de Angelo Juliano e Osvaldo Fanucchi, e pela Polícia Rodoviária. A entrega dos prêmios, troféus e medalhas, foi feita na sede do ACB, na rua Brigadeiro Luiz Antônio, em São Paulo". 

"Para a realização desta reportagem utilizei material gentilmente cedido pelo engenheiro Jorge Lettry, chefe da equipe Vemag de Competição nos anos 60, que esteve na prova como repórter do Jornal HP, um dos organizadores da II Subida de Montanha. As fotografias são de seu acervo pessoal, assim como as informações retiradas de seu texto feito para o antigo jornal. No dia em que estive com Lettry em sua casa, no município de Atibaia, SP, para que ele me contasse esta história, passamos nada menos que oito horas conversando sobre automóveis, corridas e pilotos. Jorge Lettry faleceu com 78 anos de idade". 

http://tudosobremadeira.blogspot.com.br/2012/12/art-fauser-1958-historia-caminho-do-mar.html


A próxima vez que você passar pela estrada de Santos, hoje Rodovia dos imigrantes, a mais moderna do país, lembre-se que há mais de 50 anos a história era outra, e que, antes de Roberto Carlos imortalizar a Via Anchieta, heroicos pilotos fizeram história no antigo Caminho do Mar.

Estas e muitas outras histórias se passaram nas Estradas de Santos. Até 1947 a ligação de São Paulo com Santos era feita pelo Caminho do Mar.

Esta matéria teve a participação do meu cunhado Carlos Alberto Costa, que me enviou a matéria sobre a corrida no Caminho do Mar em 1958. Ele é um colecionador e apaixonado por carros antigos.

Faça como êle. Se você tiver histórias e fatos curiosos e interessantes, mande por email que eu faço a publicação no blog. PARTICIPE!

 

Fontes :

http://en.wikipedia.org/wiki/Rodovia_dos_Imigrantes

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodovia_Anchieta

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodovia_Caminho_do_Mar

http://www.ecovias.com.br/

http://www.novomilenio.inf.br/santos

http://br.groups.yahoo.com/group/classicosdecompeticao/message/1681?threaded=1&var=1

http://tudosobremadeira.blogspot.com.br/2012/12/art-fauser-1958-historia-caminho-do-mar.html

http://www.viabella.com.br/blog/?p=1258

 



Escrito por cafepasa às 15h31
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 7 )

 

Dos diversos pratos da culinária japonesa, o Yakisoba é sem dúvida, o preferido da maioria dos brasileiros: 

Yakisoba

Enviada por Dilma Pimentel Lima

Ingredientes

Tempo de preparo

40 minutos

Rendimento

5 porções

 250 g de macarrão oriental (na falta pode-se usar espaguete, talharim, linguine)

150 g de carne (filé ou alcatra) cortada em tirinhas

150 g de filé de camarão

150 g de filé de frango cortado em tirinhas ou cubos

1/3 de uma couve-flor média cortada em pequenos buquês

1/3 de um brócolis japonês grande cortado em pequenos buquês

1 cenoura cortada em tirinhas

1/2 pimentão vermelho cortado em tirinhas

1/2 pimentão amarelo cortado em tirinhas

1 cebola cortada em tirinhas ou em pétalas

100g de cogumelos cortados em lâminas

2 colheres (sopa) cheias de maisena

1/2 caldo knorr de carne ou frango

1/2 xícara de molho de soja shoyu sakura

3 1/2 xícaras de água

MODO DE PREPARO

1 Cozinhe levemente no vapor o brócolis, a couve flor e a cenoura já cortada em tiras - é importante não cozinhar demais (3 minutos de fervura no vapor é suficiente).

2 Enquanto isso, coloque a água do macarrão para ferver, com sal apenas.

Quando levantar fervura coloque o macarrão e desligue quando estiver 'al dente', escorra sem lavar e reserve.

3 Coloque as três xícaras e meia de água para ferver, com as duas colheres cheias de maisena previamente dissolvida, o meio caldo knnor e o shoyu (se tiver saquê, coloque duas colheres junto).

Quando der uma leve engrossada, desligue - está pronto o molho para yakisoba.

Existe molho pronto para yakisoba nas lojas especializadas (contém saquê, molho de soja, molho inglês, glutamato monossódico e tonkatsu).

4 Tempere as carnes apenas com sal (a cozinha oriental não costuma utilizar alho, mas, caso queira, utilize o tempero de sua preferência) e envolva-as com maisena.

Doure as carnes numa wok ou numa frigideira antiaderente espaçosa, untando-a com azeite ou óleo de gergelim.

Assim que estiverem douradas, acrescente a cebola, em seguida os pimentões e os cogumelos para retirar o cheiro de conservante.

Passados uns três minutos, acrescente a cenoura e as florzinhas de brócolis e couve flor, mexa e vá acrescentando o molho para yakisoba.

Após ferver um pouco e apresentar uma sobra farta de molho, acrescente o macarrão cozido, deixe ferver rapidamente e desligue.

Observações importantes

Esse prato, além de ser delicioso e bonito, é muito fácil e rápido de se preparar (cerca de 40 minutos), além de possibilitar muito espaço para alterações por exemplo, além dos legumes apresentados acima, podem ser utilizados como variantes (ou substitutos) a acelga (crua), a vagem cortada em pedaços de 3cm (pré-cozida), o aipo/salsão (cru), o broto de feijão (cru) ou de bambu, o repolho (cru), abobrinha italiana (crua), ervilha torta (pré-cozida e inteira), além de poder incrementar com raiz forte, gengibre, sementes de gergelim ou de amendoim torrado e descascado, pimenta biquinho.

http://tudogostoso.uol.com.br/receita/94808-yakisoba.html

 

              

 

Lamen

De origem chinesa, prato foi integrado à culinária japonesa e, hoje, conta com variações por todo o arquipélago.

O lámen (em japonês, pronuncia-se “raamen”) é basicamente o macarrão servido com um caldo quente de sabor variado, acompanhado dos mais diversos ingredientes: legumes, carne de porco, algas, etc. De origem chinesa, esse prato foi integrado à culinária japonesa e, atualmente, conta com variações em regiões por todo o arquipélago.

Segundo documentos históricos, o primeiro japonês a experimentar o prato foi o famoso senhor feudal Mitsukuni Tokugawa, popularmente conhecido como Mito Koumon, em 1665, quando recepcionado pelo confucionista chinês Shu-Shunsui. Porém, o lámen não se difundiu no país nessa época, sendo um prato relativamente recente na história da gastronomia japonesa.

 

Em Santos existem muitos restaurantes especializados em culinária japonesa. Os melhores são:

Restaurantes do Estrela de Ouro F.C

Avenida Rei Alberto I, 372 Ponta da Praia. 

 

Nagasaki Ya

Avenida Washington Luís, 476 – Gonzaga

 

Gotissô

Avenida Saldanha da Gama, 159  Ponta da Praia

Gonzaga

Avenida Marechal Floriano Peixoto, 44, Loja 109

 

Fontes : alem das já citadas na matéria : http://www.google.com.br


 

 



Escrito por cafepasa às 18h18
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 6 )

Inarizushi (sushi recheado). 稲荷寿司. Um pequeno pacote ou bolsinha cheia de arroz de sushi e outros ingredientes. O pacote é confeccionado de tofu bem frito (油揚げ ou abura age), uma omelete fina (帛紗寿司 ou fukusazushi), ou folhas de repolho (干瓢 ou kanpyo).


Chirashizushi (sushi espalhado). 散らし寿司. Uma tigela de arroz de sushi com outros ingredientes misturados. Também conhecido como barazushi. ばら寿司.

Edomae chirashizushi (sushi espalhado no estilo Edo). Ingredientes crus arranjados de forma artística em cima do arroz na tigela.


Gomokuzushi (sushi no estilo cansai). 五目寿司. Ingredientes cozidos ou crus misturados no meio do arroz na tigela.


Narezushi (なれ鮨) é uma forma mais antiga de sushi. Um peixe é recheado com sal após seus órgãos e escamas serem removidos. Estes peixes são colocados em um barril de madeira mergulhados em sal e comprimidos com um tsukemonoishi pesado ou uma pedra específica. Eles são fermentados por entre dez dias e um mês. Então esses peixes são colocados na água por entre 15 minutos e uma hora. Os peixes são então colocados em outro barril, encaixados e colocados em camadas com arroz cozido no vapor e peixe resfriados. Então eles são novamente selados de forma parcial com otosibuta e uma pedra específica. Conforme os dias passarem, a água fermentada deve ser retirada. Seis meses depois, esses funazushi podem ser comidos, podendo também durar mais de seis meses.

Sashimi (em japonês: 刺身) é uma iguaria da culinária japonesa  que consiste de peixes e frutos do mar muito frescos, fatiados em pequenos pedaços e servidos apenas como algum tipo de molho no qual ele pode ser mergulhado(geralmente shoyu, pasta de wasabi, condimentos como gengibre fresco ralado ou ponzu) e guarnições simples como shiso e raiz de daikon fatiada.As dimensões variam de acordo com a espécie de peixe utilizado e o chef, porém costumam ter em torno de 2,5 cm de largura e 4 cm de comprimento, com 0,5 cm de espessura.

        

Na culinária japonesa além do sabor, o espetáculo das imagens e das cores é sensacional.    

           

 

Porém nem só de pratos frios e frescos é feita a culinária japonesa: Sushi Quente, sashimi de robalo no vapor, cogumelo shiitake cozido e temperado, camarão e enguias cobertos com molho tarê e lâminas de ovos fritos fatiadas dispostos sobre shari (arroz com vinagre).


 

 

O missô é um ingrediente tradicional da culinária japonesa feito a partir da fermentação de arroz, cevada e soja. O resultado é uma pasta usada principalmente para fazer a sopa de missô ou missoshiro. 

 

Tirashi

Fatias de peixe cru espalhadas sobre o arroz, assim é uma das receitas mais rápidas e saborosas da culinária japonesa.
Prepare o shari (arroz japonês para sushi) e comece a montar a sua porção individual de Tirashi de acordo com a sugestão so restaurante Rangetsu.
Ingredientes:
250g de shari (arroz para sushi)
3 fatias de salmão para sashimi
3 fatias de atum para sashimi
3 fatias de peixe branco para sashimi
1 camarão
1 fatia de kani
ovas de massagô
ovas de ikura
3 fatias de tsukemono (conserva japonesa)

1 fatia de omelete japonesa

Fontes :

 http://vivabem.band.uol.com.br/receitas/noticia.asp?id=100000450267http://ceudaboca.tumblr.com/post/27766697140/porque-nem-so-de-pratos-frios-e-frescos-e-feita-a 

 http://www.google.com.br


 

 

 

 

 

 



Escrito por cafepasa às 15h08
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 5 )

Os imigrantes japoneses que se fixaram no Brasil trouxeram da sua terra natal muitos hábitos e costumes, que foram incorporados à cultura do Brasil e o nosso modo de vida.Sem dúvida, a culinária japonesa é hoje muito apreciada pelos brasileiros. Os principais pratos da culinária japonesa que são muito apreciados no Brasil são:

Sushi (em japonês: 寿司, ou ) é um prato da culinária japonesa que possui origem numa antiga técnica de conservação da carne de peixe em arroz avinagrado. O sushi, na forma em que é conhecido atualmente, tem cerca de 200 anos; inicialmente, era vendido em barracas, como comida de rua, numa espécie de fast food.

O sushi, tradicionalmente, é feito com arroz temperado com molho de vinagre, açúcar e sal, combinado com algum tipo de peixe ou fruto do mar, vegetais, frutas ou ovo. A tradição japonesa é de servi-lo acompanhado de wasabi (pasta de raiz forte).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sushi

Existem muitos tipos de sushi:

Makizushi (sushi enrolado). 巻き寿司. Um pedaço cilíndrico, formado com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada  makisu ou sudare. O makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha desidratada que abriga o arroz e o recheio.


Futomaki (rolinhos grandes). 太巻き. Cilíndrico e grande, é um dos mais populares sushis.Possui como recheio variada combinação de peixes, folhas e raízes. Tendo tradicionalmente recheios ímpares, é um dos mais apreciados em festivais e datas comemorativas.

Hossomaki (rolinhos finos). 細巻き. Um pedaço cilíndrico fino, com o  nori  na parte externa. O hosomaki típico tem por volta de dois centímetros de espessura e dois centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com apenas um recheio, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de um.


Kappamaki. Hosomaki recheado apenas com pepino em tiras é um dos mais tradicionais sushis. Foi batizado dessa forma em homenagem ao Kappa, figura folclórica japonesa, que tinha o pepino como seu alimento preferido.


Temaki (rolinhos de mão). 手巻き. Um pedaço grande em formato de cone, com o nori na parte externa e os ingredientes até à boca da extremidade larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de comprimento, e é comido com as mãos, já que é muito estranho pegá-lo com palitinhos.


Uramaki (enrolado ao contrário). 裏巻き. Um pedaço cilíndrico médio, com dois ou mais recheios. Uramaki se diferencia dos outros maki porque o arroz está na parte externa e o nori na interna. O recheio fica no centro, rodeada por uma camada de nori, então vêm uma camada de arroz e uma cobertura de outro ingrediente como ovas de peixe ou sementes de gergelim torradas. Outra interpretação, no entanto, diz que este conceito é originário do Brasil. No Japão, "rolo invertido" seria, na verdade, gyakumaki.


Oshizushi (sushi prensado). 押し寿司. Um pedaço em forma de bloco usando um molde de madeira, chamado oshibako. O chef alinha o fundo do oshibako com a cobertura, cobre-o com arroz de sushi e pressiona a tampa do molde para baixo para criar um bloco compacto e retilíneo. O bloco é removido do molde e cortado em pedaços que cabem na boca.

 

Nigirizushi (sushi feito à mão). 握り寿司. Pequenos pedaços ligeiramente similares ao sushi prensado ou sushi enrolado, mas feito sem a utilização de makisu ou oshibako. Montar um nigirizushi é surpreendentemente difícil de fazer da forma correta. A forma mais simples é um pequeno bloco de arroz de sushi com uma lasca de wasabi e uma camada fina de uma cobertura colocada sobre ele, possivelmente amarrada com uma tira fina de nori.


Gunkanzushi (sushi "navio de guerra"). 軍艦寿司. Também conhecido como gunkanmaki, é um sushi pequeno, ovalado, similar em tamanho e aparência ao hosomaki. Um punhado de arroz é embrulhado à mão em uma tira de nori, mas, ao invés de o recheio, ficar no centro, tem alguns ingredientes — como ovas de peixe — empilhados no topo.

 


Continua na proxima materia.

Fontes: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sushi

http://www.google.com.br 

 

 



Escrito por cafepasa às 06h52
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 4 )

Dentro das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa, completado   quarta-feira, 18 de junho de 2008, o príncipe Nahurito do Japão, mais uma vez quebrou o protocolo em sua visita a Santos. Nahurito foi recebido com festa por cerca de 100 convidados que acompanharam a inauguração da nova sede da Associação Japonesa de Santos. O prédio abrigou a antiga escola da colônia e foi restaurado este ano com verbas doadas pelo governo japonês. A festa foi marcada pela apresentação de um grupo de crianças flautistas que tocou o hino do Japão. O príncipe japonês cumprimentou e acenou para os moradores do bairro que aguardavam sua chegada e cumprimentou várias pessoas que compareceram à solenidade à qual chegou com sete minutos de atraso.

Na sequência, Nahurito e sua comitiva foram escoltados pelas polícias Militar e Federal até o emissário submarino, na praia do José Menino, onde foi recebido pelo então prefeito João Paulo Tavares Papa (PMDB) e diversas autoridades. No local, foi inaugurada uma escultura em aço com 15 metros de altura criada pela artista Tomie Ohtake. Presente à solenidade, a artista de 94 anos conversou diversas vezes com o príncipe, que segundo ela elogiou a escultura e lhe desejou saúde.

         

inauguração do escultura de Tomie Ohtake no centenário da imigração japonesa em Santos, em 18/06/2008

http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,santos-homenageia-imigracao-japonesa-com-escultura-,193627,0.htm

http://www.google.com.br/imgres?q=escultura+de+Tomie+Ohtake+ ;  http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u414768.shtml

         

escultura de Tomie Ohtake para a festa do centenário da imigração japonesa em Santos, inaugurada em 18/06/2008

Santos lançou página especial na Internet em japonês.

Para atrair público no Japão, clube lançou site, vídeos e postagens em redes sociais no idioma oriental, em 2011, ano que o time da Vila sagrou-se Vice Campeão Mundial Inter Clubes, ao perder a final contra o Barcelona.

Depois de divulgar em seu site vídeos dos jogadores se apresentando em japonês, agora o Peixe lançou uma página especial em seu site de conteúdo no idioma do país-sede do Mundial de Clubes.A página conta com a história do clube, apresentação de todo o elenco santista e um espaço reservado para o Rei Pelé.

A página na língua oriental pode ser acessada no www.santosfc.com.br/jp

http://www.lancenet.com.br/santos/Santos-lanca-pagina-especial-japones_0_585541495.html

 

Bonde que circulava no Japão é doado para Santos (SP)

Um bonde que circulava em Nagasaki no Japão em 1950 foi doado para o acervo do Museu Vivo do Bonde em Santos. O anuncio foi feito durante a visita do prefeito da cidade japonesa, Tomihisa Taue a Santos em 30 de Agosto de 2012.

http://saopaulotremjeito.blogspot.com.br/2012/08/bonde-que-circulava-no-japao-e-doado.html

A sede da Associação Japonesa de Santos recebeu seus membros, familiares e convidados para a tradicional confraternização de Ano Novo (shinnenkai). 

"Akemashite omedetou gozaimassu, kotoshi-mo yoroshiku onegai itashimassu". Traduzindo: "um Feliz Ano Novo e contamos mais uma vez com a sua colaboração e apoio neste ano".

Sergio Norifumi Doi - Presidente da Associação Japonesa de Santos   ( www.santos.bunkyonet.org.br/ )

As noivas que atravessaram o Atlântico  

(Reportagem: Suzana Sakai e Yoko Fujino/NB)

Casais e viúvas do Cotia Seinen comemoram as bodas de ouro e relembram um importante capítulo da história da imigração japonesa.

      Michiko Ashikawa

Santos, 23 de abril de 1959. Doze moças japonesas preparam-se para desembarcar em terras brasileiras. Em comum, elas sentem o cansaço de uma longa viagem, a expectativa de uma nova vida e uma alegria a ponto de explodir. Ainda a bordo do navio America-maru, olhos brilhantes e esperançosos procuram por jovens japoneses em meio à multidão.

O episódio acima retrata a chegada das primeiras noivas-imigrantes que vieram ao Brasil com o intuito de se casar com os solitários trabalhadores do empreendimento Cotia Seinen. O fato, que marcou um dos capítulos da história da imigração japonesa, completou bodas de ouro em abril deste ano. Pensando nisso, o NippoBrasil decidiu mergulhar no passado e contar um pouco mais sobre essas noivas que deixaram o arquipélago em busca de um sonho no Brasil.

Casamento combinado

Ao contrário do que muitos imaginam, essas primeiras noivas não atravessaram o Atlântico sem nem sequer conhecer os seus futuros maridos. A maioria delas havia combinado o casamento antes da partida dos imigrantes. “Como no início não havia um meio oficial de procura das pretendentes, os jovens casavam-se com pessoas que já conheciam antes de vir ao Brasil”, explica o presidente da associação dos Cotia Seinen, Shizuka Niidome.

Michiko Ashikawa foi uma dessas noivas. Ela e o marido eram do mesmo seinen-kai e combinaram o casamento por correspondência. “O meu marido já estava no Brasil e ouviu falar nesse assunto. Falávamos da possibilidade de eu emigrar como noiva-imigrante”, conta Michiko.

        Junko Kino

Conhecer o futuro marido dava mais segurança às primeiras noivas-imigrantes. “Eu não me senti insegura durante a viagem ao Brasil, porque conhecia bem com quem ia me casar. O nosso patrão também esperava a minha chegada. Ele havia se esforçado muito para que eu e meu marido tivéssemos a nossa casa”, relembra Junko Kino, uma das primeiras noivas.

No final da década de 60, entretanto, muitas moças vieram para o Brasil com o intuito de se casar, mas sem conhecer seus pretendentes. Do total de quase 500 noivas-imigrantes dos Cotia Seinen, calcula-se que cerca de 200 delas só tenham conhecido os maridos ao chegar no País.

As primeiras noivas encorajaram as demais. “Em 1968, enviamos a senhora Michiko Ashikawa e mais uma noiva-imigrante para fazer palestras no Japão e buscar jovens que estivessem interessadas em casar e viver no Brasil”, diz Shizuka.

Superando expectativas

As 12 moças desembarcaram do America-maru com muitas expectativas. Surpreendentemente, a nova vida superou os anseios de algumas delas. “Estava preparada para viver à luz de lampião. Por isso, foi uma surpresa agradável chegar à nossa casa e encontrá-la iluminada com lâmpada”, comenta Junko.

Como os maridos já viviam no Brasil, as noivas sentiram um pouco menos as privações da nova terra. “Como o meu marido ainda não era independente, moramos primeiro com o nosso patrão em Santo Amaro. Éramos empregados diaristas, mas era como se fôssemos da família do patrão”, recorda Michiko.

Apesar dos anseios nem sempre atendidos, os 12 casamentos deram certo. As noivas que desembarcaram no Brasil construíram casamentos felizes e duradouros. Neste ano, elas completaram bodas de ouro.“Quase a metade delas comemoraram a data junto ao esposo”, afirmou Hirofumi Bando, organizador da festa anual do grupo de tripulantes do America-maru.

http://www.nippobrasil.com.br/especial/516.shtml  ;  http:// nippobrasil.com.br

Muitos japoneses que vieram para o Brasil e que aquí se estabeleceram casaram-se com brasileiros e brasileiras. Esta micigenação produziu filhos de rara beleza.

               

             Aline Nakashima                                   Geovanna Tominaga                                  Barbara Yuri de Oliveira,candiadata a Miss Nikkey Brasil


Escrito por cafepasa às 23h21
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 3 )

Coincidindo com o aumento decisivo dos imigrantes japoneses nos anos de 1930 a 1940, essa comunidade foi crescendo, formando vários pequenos núcleos na bucólica e aprazível Ponta da Praia. Naquele tempo havia apenas a praia, sem asfalto, sem prédios, sem avenidas litorâneas. Eram ligados ao cais com a linha férrea Forte Augusto. A única rua existente era a Avenida Rei Alberto I, que já fazia a ligação da cidade de Santos com o Guarujá, através da balsa. Ir ao Macuco, nem sonhando. Tínha-se que atravessar uma pequena floresta. Poucas casas, muita banana e até mexerica havia no sítio dos Maringheli. Havia, também, muitos manguezais.

A visita de uma esquadra de navios japoneses a Santos, em 1921, foi motivo para mais esta vista, obtida desde a Ponta da Praia:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O. Céllio, de Santos/SP

A visita das belonaves japonesas, em 1921, rendeu outro cartão postal:

Imagem: cartão postal produzido pela empresa santista M. Pontes & Cia. para a Union Postale Universelle, e negociado no site de leilões EBay, em 2 de Abril de 2010.

http://www.novomilenio.inf.br/santos/fotos124.htm

Uma típica moradia de pescadores naquele então futuro bairro, em cartão postal circulado por volta de 1905:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O. Céllio, de Santos/SP

http://www.novomilenio.inf.br/santos/fotos124a.htm

Outro cartão postal divulgado em fins da primeira década do século XX, com foto de José Marques Pereira, mostrando um ponto de referência dos santistas da época, a Venda do Carvalho:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O. Céllio, de Santos/SP.

A Fortaleza da Barra e a entrada do canal de acesso ao porto santista, vistos da Ponta da Praia, onde catraeiros transportam pessoas para a Ilha de Santo Amaro, em foto-postal de M. Pontes & Comp. para a então importante loja santista Bazar de Paris:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O.Céllio, de Santos/SP

Um navio passa pelo estreito acesso ao porto, entre a Fortaleza da Barra Grande e a Ponta da Praia, observado pelos turistas, em foto-postal de José Marques Pereira, feita nos primeiros anos do século XX:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O. Célio, de Santos/SP

Tempos depois, esta imagem - rara cena em que aparece (à direita) um hidroavião recebendo manutenção durante sua escala santista (o ponto de pouso mais comum era ali mesmo, na Ponta da Praia) – teve, entretanto como destaque, para os autores do postal daquela época, o veleiro que passava defronte à Fortaleza da Barra Grande:

Imagem enviada a Novo Milênio por Ary O.Célio, de Santos/SP

Nesta vista da Ponta da Praia, possivelmente no início da década de 1930, ela ainda é um lugar bucólico, apesar dos postes com a fiação elétrica, sendo então um bairro ocupado por pescadores e onde turistas iam para se distrair.

Foto enviada a Novo Milênio por Ary O. Célio, de Santos/SP

No pormenor dessa imagem acima, ricos visitantes engravatados cruzam pelos caminhos de terra com os pobres moradores da área:

Detalhe de foto enviada a Novo Milênio por Ary O.Celio, de Santos/SP

Outro detalhe da mesma imagem: dois turistas, de terno e chapéu, conversam sentados em uma das canoas:

Detalhe de foto enviada a Novo Milênio por Ary O. Celio, de Santos/SP

Já na imagem abaixo, era o transatlântico inglês Araguaya que deixava o porto de Santos, entre 1920 e 1926, passando defronte à Ponta da Praia:

Foto: cartão postal da armadora Royal Mail Steam Packet, de Londres, Inglaterra

Na orla da Praia havia mansões muito bonitas e, entre elas, uma na esquina da Rua Alexandre Herculano que tinha um jardim imenso, bem cuidado e cheio de aves: garças; flamingos; martim-pescador etc. Aos domingos, as pessoas iam ver as aves através do muro de pedra. Não havia, ainda, os belos jardins da praia.


 Passeio na praia, década de 1940

Foto: acervo de Alzira dos Santos Oliveira

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0220a.htm

 

Fontes : já citadas na matéria.



Escrito por cafepasa às 22h26
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 2 )

“Nandeska? - Como é mesmo? Foi esta a pergunta mais repetida pelos primeiros japoneses, pois as dificuldades de comunicação representavam, sem dúvida, o maior obstáculo enfrentado pelos imigrantes. Era difícil trabalhar chamando a enxada dekuwa, a foice de kama e a pá de shaberu. Mas ainda mais difícil era comprar mantimentos, pedir qualquer espécie de socorro e não ser enganado nos negócios”.

“Apesar de todas essas dificuldades, apesar do calor e da malária que assolava a região, os japoneses foram ficando, as famílias foram crescendo. Compraram as terras arrendadas, estenderam as suas plantações, levaram escolas para seus filhos e acabaram fincando raízes, como o arroz, a batata, o algodão. E nunca mais se desfez a corrente de interesses solidários entre os dois países, composta, fundamentalmente, pelas coisas da agricultura”.

“Hoje, os japoneses remanescentes das várias levas de imigrantes (isseis), e seus descendentes (nisseis, da segunda geração; sanseis, da terceira; e yonseis, da quarta), fazem muito mais do que transformar matas virgens em terras produtivas, ou ir para a roça com um machado nas costas e o coração cheio de sonhos. Eles são responsáveis por gerações de agricultores com lugar definitivamente marcado na economia do País, mas também por uma novíssima geração de engenheiros, médicos, matemáticos, técnicos, intelectuais e até políticos”.

“Coisa de japonês - Mas a tradição agrícola persiste. Por todo o litoral de São Paulo, quem prova uma enorme goiaba, uma tangerina poncã das mais doces, ou compra uma rosa meio diferente, logo conclui que "isso é coisa de japonês". Pode até acrescentar que as flores e as frutas perderam o seu cheiro original, ou que a goiaba não tem mais o mesmo sabor, mas não pode deixar de admirar esses estrangeiros que vieram do outro lado do mundo para monopolizar o setor de abastecimento com seus legumes, verduras, frutas e cereais”.

“Em Santos, os japoneses espalharam suas chácaras pela Ponta da Praia, Marapé, Saboó, Campo Grande e até mesmo o Morro da Nova Cintra. Até a Segunda Guerra, a Cidade era abastecida exclusivamente por produtos cultivados nessas plantações. Na década de 60 ainda havia algumas delas na área do Conjunto Habitacional Castelo Branco, na Avenida dos Bancários e na Rua Epitácio Pessoa (onde agora funciona o INAMPS)”.

“As novas gerações de ascendência japonesa desenvolvem intensa atividade na sociedade santista. Em virtude das bases agrícolas firmadas pelos pioneiros, seus sucessores podem desenvolver a agricultura em nível empresarial. Aumenta progressivamente o número de sanseis e yonseis de nível universitário, de tal forma que entre os estudantes o japonês tem fama de inteligente, e é obrigatória a sua fotografia nos anúncios publicitários de cursinhos vestibulares. A educação dos jovens é ponto de honra das famílias”.

Outro texto perfeito é http://www.culturajaponesa.com.br/htm/historiadoimigracao.html

“A abolição da escravatura no Brasil em 1888 dá novo impulso à vinda de imigrantes europeus, cujo início se deu com os alemães em 1824. Em 1895 é assinado o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre o Brasil e o Japão. Um ano antes, o deputado japonês Tadashi Nemoto estivera no Brasil e recomendou o envio de japoneses ao Brasil, fato que atendia a uma necessidade do Japão que passava por dificuldades econômicas. Inicia-se uma campanha para encorajar os japoneses a imigrarem. O Peru recebeu os imigrantes antes, mas por falta de infraestrutura, muitos deles fugiram para o Brasil”.

“O governo do estado de São Paulo deu apoio á vinda dos japoneses, e em 1906, Ryu Mizuno, da Companhia Imperial de Imigração chegou para inspecionar regiões agrícolas, acompanhado de Teijiro Suzuki”.

“Mizuno retorna ao Brasil no ano seguinte e assina acordo com o governo do estado de São Paulo, para a introdução de 3 mil imigrantes nos próximos três anos”.
“Cinco intérpretes que vão acompanhar os trabalhadores do primeiro navio de imigrantes japoneses a aportar no Brasil chegam em Santos”.

“Com 781 japoneses a bordo, o navio Kasato-maru aporta em Santos. De lá eles são transportados para a hospedaria dos imigrantes, em São Paulo, onde são divididos em seis grupos. A imigração na cafeicultura começa com péssimos resultados. Um ano depois, dos 781 imigrantes, apenas 191 permanecem nos locais de trabalho. A maioria estava em São Paulo, Santos e Argentina. Apesar disso, a imigração continua com a chegada da segunda leva de imigrantes em 1910”.

http://www.culturajaponesa.com.br/htm/historiadoimigracao.html

A presença da colônia hoje exerce influência cultural, econômica, política e também filosófico-religiosa. Em Santos, há três importantes núcleos religiosos de origem japonesa: o Budismo, a Igreja Messiânica e a Filosofia Seicho-No-Iê. Temos incontáveis empresas cujos proprietários são japoneses ou descendentes, e muitos bons restaurantes especializados em comida típica do Japão.

 

A Associação Japonesa de Santos

Segundo informações obtidas nos catálogos do Museu da Imigração, historicamente ao formar agrupamentos de famílias em determinados locais, uma das primeiras preocupações dos imigrantes era criar uma Associação, a fim de desenvolver trabalhos de caráter social e, também, de construir escolas da língua japonesa, objetivando dar suporte na formação cultural das crianças.

Dessa maneira surgiu a Sociedade Japonesa de Santos, tendo como objetivo principal ensinar a língua japonesa aos filhos de seus associados. Naquela época, 245 famílias (940 pessoas) atuavam na horticultura, 65 famílias (245 pessoas) envolvidas nas atividades de pesca, 49 famílias (222 pessoas) artesãos especializados em carpintaria, marcenaria e tinturaria e 37 famílias (193 pessoas) no ramo do comércio.

Em razão do esforço dos japoneses radicados em Santos, foi adquirido o imóvel da Escola Japonesa em 31 de dezembro de 1928, de acordo com a transcrição de nº 35633, do 1º Cartório de Registro de Imóveis de Santos, tendo recebido importante cooperação técnica do Japão através de envio dos professores Yanaguizawa e Anbe, que vieram para ensinar a língua japonesa, bem como, difundir a cultura daquele País entre os descendentes.

Em 14 de junho de 1939 foi oficialmente fundada a Sociedade Japonesa de Santos localizada na Rua Paraná, no número 129, tendo como seu primeiro presidente o Sr. Fumito Myoshi e o Sr. Manhiti Doi como vice-presidente.

http://www.santos.bunkyonet.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=53&Itemid=73

 

Uma parcela ínfima dessa plêiade de indomáveis, seguindo o impulso das tradições de sua terra e de seu habitat, não resistiu e, depois de um estágio na agricultura, fixou-se em Santos, mais precisamente na Ponta da Praia, para exercer o que fazia no país do Sol Nascente: a pesca.

Coincidindo com o aumento decisivo dos imigrantes japoneses nos anos de 1930 a 1940, essa comunidade foi crescendo, formando vários pequenos núcleos na bucólica e aprazível Ponta da Praia. Naquele tempo havia apenas a praia, sem asfalto, sem prédios, sem avenidas litorâneas. Eram ligados ao cais com a linha férrea Forte Augusto. A única rua existente era a Avenida Rei Alberto I, que já fazia a ligação da cidade de Santos com o Guarujá, através da balsa. Ir ao Macuco, nem sonhando. Tínhamos que atravessar uma pequena floresta. Poucas casas, muita banana e até mexerica havia no sítio dos Maringheli. Havia, também, muitos manguezais.

Hoje, os descendentes e alguns remanescentes de imigrantes congregam-se com os gaijins no Estrela de Ouro F.C., numa verdadeira integração contributiva para a nossa nacionalidade brasileira. Tem a sua participação nos eventos da cidade, contribuindo sobremaneira, fazendo parte do calendário turístico. Sua atividade, visando o associativismo da comunidade nipo-brasileira, tem sempre a finalidade de contribuir para o sadio esporte, para a transmissão de alguns fatores positivos da cultura japonesa, além de atender, também, a uma grande parcela de assistência social. http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0171y5.htm

 

Estrela de Ouro F.C.

Endereço: Avenida Rei Alberto I, 372 Santos/SP - Brasil  Tel. (13) 3261-2179

O Estrela de Ouro Futebol Clube, fundado em 01 de Fevereiro de 1952 e juridicamente registrado em 01 de Fevereiro de 1957, com sede e foro na Avenida Almirante Saldanha da Gama 163, Ponta da Praia, CEP 11030-401, em Santos, Estado de São Paulo/Brasil, é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado e por número ilimitado de associados, com patrimônio e personalidade jurídica distintos de seus associados, que se rege como entidade jurídica de direito privado por este Estatuto, regulamentos, regimentos internos e pelas leis aplicadas à espécie.

       

http://www.estreladeouro.com.br/joomla/contentall-comcontent-views/estatuto.html

 

 

 

Fontes : já citadas na matéria.

 

 



Escrito por cafepasa às 21h29
[] [envie esta mensagem
] []





A colonia japonesa de Santos ( 1 )

Esta nova matéria é dedicada ao meu grande amigo Yoiti Suzuki de Santa Cruz do Rio Pardo. Nascemos no mesmo mês e ano, julho de 1949. Filho dos imigrantes japonêses Michiyoshi Suzuki (senhor Henrique Suzuki) e Yuriko Tanno Suzuki, Yoiti é um grande exemplo para todos.

Pessoa de grandes valores éticos, culturais,  religiosos, de cidadania e amizade, desenvolveu um maravilhoso trabalho com orquídeas no Orquidário Santa Cruz em Santa Cruz do Rio Pardo. É casado com minha querida prima Adriana e têm um maravilhoso filho Luiz Henrique.

A produção de estufas pela família Suzuki começou a partir do projeto do fundador da empresa, Michiyoshi Suzuki, em usar a plasticultura para produção de orquídeas. “Ele foi ao Japão e trouxe várias ideias para fazer um orquidário”. 

Yoiti foi quem desenvolveu e continuou o projeto inicial do seu pai. E continua a produzir flores maravilhosas.

O Orquidário Santa Cruz iniciou sua atividade com o Sr. Michiyoshi Suzuki no ano de 1950 como orquidófilo, e a partir do ano 1962 começou a desenvolver um trabalho de melhoria genética com as Cattleyas híbridas até o número 1.100, a partir deste número seu filho Yoiti deu continuidade a este trabalho sob orientação de seu pai.

“Hoje nossa capacidade de produção é de 3.000.000 de mudas diversas no laboratório”.

“A nossa especialidade é a melhoria de Cattleyas híbridas, Phalaenopsis, Vandas, Dendrobiuns todas matrizes próprias e de diversas procedências”.
Yoiti Suzuki

Orquidário Santa Cruz

Endereço:

Chácara São José - Rodovia Ipaussu/Bauru, Km. 16

Complemento:

Rodovia SP 225 Ipaussu – Bauru Km. 16

Cidade:

Santa Cruz do Rio Pardo – SP.

Telefones:

(14) 3372-2943 /  3372-4439

Fax:

(14) 3372-1049

  

Orquidário Santa Cruz

 

Os 105 anos da colônia japonesa

Neste ano de 2013, no dia 18 de Junho comemora-se os 105 anos da imigração japonesa no Brasil.

 

Os primeiros imigrantes japoneses chegaram no Kasato Maru, que aportou em Santos em 18/06/1908.

Foto: revista Estrela Azul, publicada por funcionários do porto por volta de 1930.

http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0150b.htm

Encontrei um texto com fotos tão bem escrito e preparado no Novo Milênio (http://www.novomilenio.inf.br/santos), que estou transcrevendo na integra: 

Beth Capelache de Carvalho (texto). Walter Albuquerque de Melo, e arquivo e fotos.

 “Os imigrantes japoneses começaram a chegar ao Brasil logo após a guerra russo-japonesa. Em 1895 foi assinado, em Paris, o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países, e, em 1897, uma das empresas de emigração japonesas chegou a obter um contrato para envio de dois mil trabalhadores. Mas uma crise no setor cafeeiro impediu a concretização dessa viagem.”

“A primeira grande leva de imigrantes chegou ao Porto de Santos no dia 18 de junho de 1908, a bordo do vapor Kasato Maru (consignado à Agência Marítima Wilson Sons), que atracou exatamente às 9,30 horas. Era o resultado de um tratado entre a Companhia Imperial de Emigração, fundada por Ryu Mizuno, e o Governo do Estado de São Paulo”.

“No Kasato Maru vieram 165 famílias, num total de 781 pessoas, cumprindo-se a exigência de um mínimo de três pessoas maiores de 12 anos e em condições de trabalhar, em cada uma das famílias. Todos tinham a obrigação de cumprir um ano de contrato de trabalho nas lavouras, em fazendas de café do Interior, e tencionavam juntar algum dinheiro, durante esse período, para voltar à sua terra”.

“Entretanto, no primeiro ano a colheita foi ruim para os japoneses e o trabalho de três pessoas não alcançou a diária de um trabalhador de fazenda. Mesmo assim, a 28 de junho de 1910 chegaram a Santos mais 247 famílias japonesas, no navio Ryokun Maru, num total de 906 pessoas, encaminhadas para a lavoura de café da região da Alta Mogiana. Entre 1912 e 1914, foi registrada a entrada de mais oito navios trazendo imigrantes japoneses, num total de 13.289 pessoas”.

“Esses pioneiros são homenageados todos os anos, na data da atracação do Kasato Maru  (considerada o Dia do Imigrante), pela colônia japonesa no Brasil, que atualmente atinge mais de 800 mil pessoas, entre japoneses e descendentes”.

“Eles vinham para "enricar". Chegavam assustados, com suas sandálias do tipo havaiano ou já em roupas ocidentais, para facilitar a adaptação, mas eram todos muito simples. A maioria, procedente da Ilha de Okinawa, ao Sul do Japão, que pode ser comparada ao Nordeste brasileiro, em relação ao contraste econômico. Mas não pensavam em ficar. A meta de cada imigrante japonês era juntar dinheiro rapidamente e voltar para seu país, assim que conseguisse realizar esse sonho”.

“Não se interessavam, portanto, em adquirir terras. Geralmente eram empregados como "formadores de cafezais", isto é: mediante contrato com o dono da terra, a família japonesa se dispunha a constituir a lavoura, e dela cuidar até que entrasse em produção satisfatória. Enquanto isso eram suas as culturas intercaladas de feijão, batata, milho e algodão. A remuneração era de 2 mil réis por dia para cada mil pés de café tratados, acrescida de um pagamento proporcional à quantia de café colhida”.

“Para cumprir o contrato de imigração, as famílias - muitas formadas artificialmente - deveriam ter de três a dez pessoas, maiores de 12 anos e em condições de trabalhar. Solteiros, só os que tivessem profissão definida, como pedreiro, carpinteiro ou ferreiro”.

“Mas nem sempre era possível juntar algum dinheiro dessa maneira, por isso muitos japoneses apressavam-se em ver-se livres do contrato obrigatório de um ano, para trabalhar na construção de estradas de ferro ou em outros serviços braçais. Quando possível, arrendavam terras a baixo custo, para plantar seus próprios cafezais. Alguns optaram pelo arroz, cultura que já conheciam no Japão e que possibilitava bons lucros, devido à escassez durante a Primeira Guerra Mundial”.

“E foi principalmente o cultivo do arroz - mas também o da banana - que fixou os primeiros japoneses no litoral paulista, nos anos 1910/20. Para dedicar-se a essas atividades, muitos deixaram os empregos na Estrada de Ferro Santos-Jundiaí e na Companhia Docas de Santos (em 1918, havia na Docas turmas constituídas exclusivamente por japoneses)”.

 

 

Fontes :além das já citadas

 

http://www2.uol.com.br/debate/1200/cidade/cidade19l.htm

 

 

 

 

 



Escrito por cafepasa às 21h14
[] [envie esta mensagem
] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]